Sabe quando parece que tudo acabou? quando tudo esta perdido? quando você pensa que não tem mais jeito, que não ha mais o que fazer para mudar aquilo que foi feito? é como eu me sinto agora, me sinto perdida, sem ter o que fazer e o que dizer, tento concertar meus erros, porem nem mesmo as verdades estão me ajudando, as vezes quero fujir para bem longe, me banhar em uma cachoeira, sozinha, junto a natureza, e mais perto de Deus, pois quando estou sozinha me sinto mais perto dele, parece que eu ouço ele falando para eu não desistir, para eu lutar que eu vou vencer, mais parece que ta cada vez mais dificil, quanto mais eu tento mais me corroe por dentro, me sinto confusa, perdida e sempre na solidão, queria tudo de volta, mais estou quase desistindo, to perdendo as forças, não aguento mais isso, preciso me desligar do meu mundo por alguns instantes, quero 1 minuto de paz, quero sentir o meu respirar profundo, e me sentir viva novamente, porque hoje não me sinto mais assim, sinto meus olhos se fechando, minhas mãos tremendo e por fim uma lagrima cai no meu rosto. Mais realmente o que me faz esquecer das coisas ruins que estou passando é a MODA, quando estou caindo, pego uma folha de papel um lapis e assim começo a criar a partir dos meus sentimentos, não existe volume, nem forma , apenas algo que aperta e sufoca, cores não muito agradaveis tomam conta de um lindo vestido, mas sem perder a elegância.
Minha vida esta em cima da minha mesa branca de desenho e sobre meu busto de costura, lá é onde me encontro, são essas duas coisas que me fazem sentir viva, feliz e importante.
Para que existem os homens? quando existe a moda! hoje em dia me senti mais feliz quando vou as compras, e me deparo com uma boneca vestida com um lindo vestido, um elegante par de sapato e uma bela bolsa atras dos vidros de uma vitrine de shopping, ao olhar por fora não é muito agradavél, mais quando você entra e todas estas coisas estão em sua sacola, você suspira e vai feliz para casa, e tenho certeza de que elas jamais irão te machucar ou te magoar, pelo contrario quando colocados ao corpo, irão causar repulsa nas pessoas que estão a sua volta, olhares admiradores e criticos, porem quem está sendo comentada no momento é você, mas nunca se esqueça, para estar linda e impecavél não basta um lindo Look nem um belo penteado, mais sim a ELEGÂNCIA e o CHARME, a mulher tem que saber usar essas qualidades, independente da roupa que você esta usando...
Continua...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Confira 12 filmes imperdíveis para quem ama moda
O que Carrie Bradshaw, da série Sex and the City, e o Talentoso Ripley têm em comum? Se você respondeu de supetão "nada", está errado. Os dois fazem parte de filmes que podem muito bem ser devorados, analisados, assistidos e contemplados por admiradores de moda.
Em época de férias, em que às vezes não há nada para fazer, principalmente se você estiver na praia e o tempo teimar em chover, que tal escolher um filme que, além de uma boa história, tem um figurino de fazer inveja? É um programa ideal para quem adora estar por dentro das tendências e ver como era a roupa usada em várias épocas retratadas nas obras.
Coco antes de Chanel: Uma garotinha é deixada junto com a irmã num orfanato no coração da França, e todos os domingos ela espera, em vão, que o pai volte para buscá-la… Uma artista de cabaré com voz fraca que canta para uma plateia de soldados bêbados… Uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena… Uma cortesã jovem e magricela, a quem seu protetor, Etienne Balsan, oferece um refúgio seguro, em meio a um ambiente de decadência… Uma mulher apaixonada que sabe que nunca será a esposa de ninguém, recusando-se a casar até mesmo com Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor… Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar as roupas dos homens com quem se envolve… Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.
O Diabo veste Prada: Os bastidores de uma revista de moda, o glamour e todas as intrigas que fazem parte do dia a dia de uma redação do tipo são mostrados neste filme, inspirado no livro do mesmo nome, escrito por Lauren Weisberger. A intragável Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep, foi inspirada numa personagem da vida real: Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para a qual a autora trabalhou como assistente. Os bastidores dos desfiles internacionais também aparecem nesta produção, mas sob o olhar de uma estagiaria novata. Direção: David Frankel. Ano: 2006.
Prêt-à-Porter: O filme gira em torno da apresentação das novas coleções na semana da moda em Paris. A partir daí, várias subtramas envolvendo modelos, fotógrafos, jornalistas e celebridades se desenvolvem paralelamente. Entre elas, o assassinato de uma figura importantíssima no mundo fashion. Clássico de Robert Altman, o filme mostra os bastidores de uma semana de moda em Paris. No filme, vários personagens do mundinho fashion interpretam a si mesmos. Vale a pena ver. Direção: Robert Altman. Ano: 1994.
Flashdance: O figurino é extravagante e delicioso de ver. Também, pudera! A história da menina que quer ser uma dançarina famosa a qualquer custo se passa nos anos 80. Na época, peças como as polainas e as ombreiras eram o tem-que-ter! Um dos maiores clássicos dos anos 80. Marcou uma geração não apenas no quesito figurino, mas também como referência na dança e na música. Direção: Adrian Lyne. Ano: 1983.
Caderno de notas sobre roupas e cidades: O documentário dirigido por Wim Wenders, em 1989, mostra todo o processo criativo do estilista japonês Yohji Yamamoto, um dos responsáveis pela introdução de roupas desestruturadas nos anos 1980, quando vários estilistas japoneses começaram a fazer sucesso em Paris e, por conseqüência, no mundo. Tendo paciência para encarar o ritmo lento, quase orgânico, em que se passa o filme, a recompensa é certa. O mestre japonês e o mestre alemão dão uma aula de sensibilidade e poesia nesse encontro.
Blow up - Depois daquele beijo: O filme prova que nos anos 1960 os jovens ingleses já inventavam moda! As minissaias, botas altas e vestidos coloridos e estampados bombaram em Londres (e no mundo) depois da estreia do filme, com Vanessa Redgrave e Jane Birkin no elenco. Trilha sensacional. Mostra os bastidores da vida de modelo na Londres dos anos 60. Direção: Michelangelo Antonioni. Ano: 1966.
Sabrina e Bonequinha de Luxo: Dois clássicos dos anos 50 e 60, respectivamente, estrelados por Audrey Hepburn. Os modelos usados nas histórias são chiquérrimos e a personagem principal é um ícone de elegância. Logo na primeira cena de Bonequinha de Luxo, a atriz aparece namorando as vitrines da luxuosa loja Tiffany's. Puro glamour! Audrey Hepburn e sua filmografia são um dos maiores legados do cinema para a moda contemporânea. Sabrina foi dirigido por Billy Wilder, em 1954. A direção de Bonequinha de luxo é de Blake Edwards, em 1961.
Sex and the City - O filme: Com o sucesso da série americana, a colunista Carrie Bradshaw e suas inseparáveis amigas Charlote, Miranda e Samantha foram parar no cinema. Todas as personagens servem como referência de moda, cada uma no seu estilo! A continuação do filme estreia em 2010. A figurinista Patrícia Field, responsável pelo guarda-roupa das quatro amigas nova-iorquinas, carimbou seu passaporte dentro da indústria da moda e do cinema graças ao bom humor, à precisão, à ousadia e à originalidade dos looks desfilados sobretudo por Carrie, Sarah Jessica Parker, ao longo da série. Por causa disso, Patrícia tornou-se uma das profissionais mais influentes da moda atual. Direção: Michael Patrick King. Ano: 2008.
O Talentoso Mr. Ripley: Toda sobriedade e elegância dos trajes dos anos 1950 podem ser conferidas neste filme, em que trabalham Matt Damon, Judy Law, Gwyneth Paltrow. Não é à toa que ele foi indicado ao Oscar de melhor figurino! Uma aula de estilo à beira-mar. Todo o glamour da época, um lifestyle cobiçado por muitos e um guarda-roupa desejado por tantos outros. Direção: Anthony Minghella. Ano 1999.
Meu Primeiro Amor: a produção conta com um figurino casual e muito bem produzido. A história também é linda, com o então garoto-prodígio Macaulay Culkin. Uma rara referência no cinema sobre a moda infantil dos anos 1970. Direção: Howard Zieff. Ano: 1991.
A Culpa é do Fidel: Produção francesa que também se passa nos anos 1970, e a atriz principal, a garotinha Anna (Nina Kervel-Bey) dá um show de interpretação! Também é indicado para quem se interessa por moda infantil vintage. Elegância típica parisiense. Direção: Julie Gavras. Ano: 2006.
Em época de férias, em que às vezes não há nada para fazer, principalmente se você estiver na praia e o tempo teimar em chover, que tal escolher um filme que, além de uma boa história, tem um figurino de fazer inveja? É um programa ideal para quem adora estar por dentro das tendências e ver como era a roupa usada em várias épocas retratadas nas obras.
Coco antes de Chanel: Uma garotinha é deixada junto com a irmã num orfanato no coração da França, e todos os domingos ela espera, em vão, que o pai volte para buscá-la… Uma artista de cabaré com voz fraca que canta para uma plateia de soldados bêbados… Uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena… Uma cortesã jovem e magricela, a quem seu protetor, Etienne Balsan, oferece um refúgio seguro, em meio a um ambiente de decadência… Uma mulher apaixonada que sabe que nunca será a esposa de ninguém, recusando-se a casar até mesmo com Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor… Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar as roupas dos homens com quem se envolve… Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.
O Diabo veste Prada: Os bastidores de uma revista de moda, o glamour e todas as intrigas que fazem parte do dia a dia de uma redação do tipo são mostrados neste filme, inspirado no livro do mesmo nome, escrito por Lauren Weisberger. A intragável Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep, foi inspirada numa personagem da vida real: Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para a qual a autora trabalhou como assistente. Os bastidores dos desfiles internacionais também aparecem nesta produção, mas sob o olhar de uma estagiaria novata. Direção: David Frankel. Ano: 2006.
Prêt-à-Porter: O filme gira em torno da apresentação das novas coleções na semana da moda em Paris. A partir daí, várias subtramas envolvendo modelos, fotógrafos, jornalistas e celebridades se desenvolvem paralelamente. Entre elas, o assassinato de uma figura importantíssima no mundo fashion. Clássico de Robert Altman, o filme mostra os bastidores de uma semana de moda em Paris. No filme, vários personagens do mundinho fashion interpretam a si mesmos. Vale a pena ver. Direção: Robert Altman. Ano: 1994.
Flashdance: O figurino é extravagante e delicioso de ver. Também, pudera! A história da menina que quer ser uma dançarina famosa a qualquer custo se passa nos anos 80. Na época, peças como as polainas e as ombreiras eram o tem-que-ter! Um dos maiores clássicos dos anos 80. Marcou uma geração não apenas no quesito figurino, mas também como referência na dança e na música. Direção: Adrian Lyne. Ano: 1983.
Caderno de notas sobre roupas e cidades: O documentário dirigido por Wim Wenders, em 1989, mostra todo o processo criativo do estilista japonês Yohji Yamamoto, um dos responsáveis pela introdução de roupas desestruturadas nos anos 1980, quando vários estilistas japoneses começaram a fazer sucesso em Paris e, por conseqüência, no mundo. Tendo paciência para encarar o ritmo lento, quase orgânico, em que se passa o filme, a recompensa é certa. O mestre japonês e o mestre alemão dão uma aula de sensibilidade e poesia nesse encontro.
Blow up - Depois daquele beijo: O filme prova que nos anos 1960 os jovens ingleses já inventavam moda! As minissaias, botas altas e vestidos coloridos e estampados bombaram em Londres (e no mundo) depois da estreia do filme, com Vanessa Redgrave e Jane Birkin no elenco. Trilha sensacional. Mostra os bastidores da vida de modelo na Londres dos anos 60. Direção: Michelangelo Antonioni. Ano: 1966.
Sabrina e Bonequinha de Luxo: Dois clássicos dos anos 50 e 60, respectivamente, estrelados por Audrey Hepburn. Os modelos usados nas histórias são chiquérrimos e a personagem principal é um ícone de elegância. Logo na primeira cena de Bonequinha de Luxo, a atriz aparece namorando as vitrines da luxuosa loja Tiffany's. Puro glamour! Audrey Hepburn e sua filmografia são um dos maiores legados do cinema para a moda contemporânea. Sabrina foi dirigido por Billy Wilder, em 1954. A direção de Bonequinha de luxo é de Blake Edwards, em 1961.
Sex and the City - O filme: Com o sucesso da série americana, a colunista Carrie Bradshaw e suas inseparáveis amigas Charlote, Miranda e Samantha foram parar no cinema. Todas as personagens servem como referência de moda, cada uma no seu estilo! A continuação do filme estreia em 2010. A figurinista Patrícia Field, responsável pelo guarda-roupa das quatro amigas nova-iorquinas, carimbou seu passaporte dentro da indústria da moda e do cinema graças ao bom humor, à precisão, à ousadia e à originalidade dos looks desfilados sobretudo por Carrie, Sarah Jessica Parker, ao longo da série. Por causa disso, Patrícia tornou-se uma das profissionais mais influentes da moda atual. Direção: Michael Patrick King. Ano: 2008.
O Talentoso Mr. Ripley: Toda sobriedade e elegância dos trajes dos anos 1950 podem ser conferidas neste filme, em que trabalham Matt Damon, Judy Law, Gwyneth Paltrow. Não é à toa que ele foi indicado ao Oscar de melhor figurino! Uma aula de estilo à beira-mar. Todo o glamour da época, um lifestyle cobiçado por muitos e um guarda-roupa desejado por tantos outros. Direção: Anthony Minghella. Ano 1999.
Meu Primeiro Amor: a produção conta com um figurino casual e muito bem produzido. A história também é linda, com o então garoto-prodígio Macaulay Culkin. Uma rara referência no cinema sobre a moda infantil dos anos 1970. Direção: Howard Zieff. Ano: 1991.
A Culpa é do Fidel: Produção francesa que também se passa nos anos 1970, e a atriz principal, a garotinha Anna (Nina Kervel-Bey) dá um show de interpretação! Também é indicado para quem se interessa por moda infantil vintage. Elegância típica parisiense. Direção: Julie Gavras. Ano: 2006.
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